Publicado por: GUILHERMEPANNAIN | maio 3, 2010

O semestre é preto e branco

Os seis primeiros meses ainda estão por acabar, mas os principais campeonatos estaduais já terminaram e duas cores predominaram no grande centro do futebol brasileiro: preto e branco. Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro saíram vitoriosos os alvinegros.

Em Minas, depois de muita hegemonia do Cruzeiro, o Atlético Mineiro venceu o Ipatinga, nas duas finais do Campeonato Mineiro. Vanderley Luxemburgo mostrou que tem estrela ao tirar o Galo da fila. O presidente Kalil deve estar todo contente e, claro, provocando os rivais Perrellas. Diego Tardelli é outro que voltou a marcar e quando o time precisou ele estave lá e decidiu. A contusão de Obina ninguém fala mais já que o artilheiro do Galo voltou a brilhar.

O semestre começou preto e branco

O Atlético Mineiro terá um rival nada fácil na Copa do Brasil. Venceu a primeira partida contra o Santos, mas o time da Vila Belmiro também é um campeão preto e branco. O time perdeu para o Santo André numa partida dramática, mas conquistou o caneco com três homens expulsos – Roberto Brum, Marquinhos e Léo – que quase colocaram em xeque o título paulista. Neymar brilhou marcando dois gols, mas quem encantou foi Paulo Henrique. O jovem que não foi bem no Mundial sub-20, ano passado, vem jogando uma bola redonda digna de uma convocação para a Seleção Brasileira.

Chamou a responsabilidade para si. Permaneceu em campo quando Dorival Junior queria tirá-lo. Se arrastou nos minutos finais quando era visível seu cansaço e deu um passe de letra espetacular para o segundo gol de Neymar. Primeiro rival do Santos no Campeonato Brasileiro é outro vencedor preto e branco, o Botafogo.

Campeão carioca, o Botafogo ganhou os dois turnos do Carioca e por isso está tendo o merecido descanso. A troca de técnico mudou o astral do time. Estevam Soares foi demitido após a goleada para o Vasco, por 6 a 0. Em seu lugar assumiu Joel Santana. O ex-treinador da África do Sul, ridicularizado pelo seu inglês meia boca, modificou a estrutura do time. Abreu e Herrera se mostraram afiados lá na frente. Jéfferson segurou tudo lá atrás. Nem mesmo a eliminação precoce na Copa do Brasil apagou o brilho da Estrela.

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