Publicado por: GUILHERMEPANNAIN | julho 17, 2010

Alemanha: de desacreditada ao terceiro lugar

O terceiro lugar conquistado na África não era esperado nem pelo mais confiante torcedor alemão. Poucos meses antes do Mundial, a seleção perdeu nomes importantes. Perdeu a líderança com a contusão de Ballack. O substituto imediato do ex-jogador do Chelsea, Christian Träsch também se contundiu. O defensor Westerman foi cortado também por contusão, além do bom e velho Torsten Frings, que não foi convocado.  Isso sem contar com o suícidio do goleiro Enke, que seria o titular na baliza alemã, em 2009, e a contusão de Adler, goleiro reserva. Um time desacreditado e que deu certo com a aposta de Joachim Low, nas jovens promessas.
 
A começar pelo descendente turco, Ozil. O jogador do Werder Bremen entrou na posição que seria de Ballack e fez um excelente Mundial. Rápido, driblador. Um jovem com potencial que se valorizou bastante após a Copa da África. No meio campo de Low, com dois meias mais atrás e três mais avançados, Ozil fazia o centro na segunda linha. Do lado esquerdo tinha Podolski e do outro lado, a grande aposta que deu certo. Thomas Muller, terminou como um dos artilheiros do Mundial, com cinco gols, e foi escolhido o melhor jovem da competição. Só não entrou na lista da FIFA, entre os 11 escolhidos.
 

Alemanha de Low fez bonito nesse Mundial. Boas promessas para 2014

Um meio campo ofensivo que tinha Khedira e Schweinsteiger, como volantes, jogadores com caracaterísticas mais ofensivas, deu certo. A Alemanha só não ganhou da Sérvia, jogo ainda na fase de grupos. Com cinco homens mais avançados, quem acabou se dando bem foi o atacante Miroslav Klose. O jogador esteve perto de alcançar a marca de Ronaldo, de 15 gols, e se tornar o maior artilheiro da história das Copas do Mundo. Terminou com 14. 
 
Joachim Low, que protagonizou uma cena bizarra no Mundial – foi flagrado comendo meleca pelas câmeras – ainda não sabe se continua a frente da Nationalef, mas mesmo que continue montou uma base forte para 2014, no Brasil. Jogadores jovens de muita qualidade que poderão recuperar o título que não vai para Berlim, desde 1990. E com a tradição que a Alemanha tem, será difícil parar essa gigante do futebol europeu.

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